Durante um jantar em Washington com empresários e lideranças políticas, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que pretende transformar o Canadá, a Groenlândia e a Venezuela em estados norte-americanos a partir de 2026. As declarações, divulgadas pela imprensa americana, reavivaram especulações sobre a estratégia de expansão territorial adotada por Trump desde o início de seu novo mandato.
No encontro informal, o presidente descreveu o Canadá como futuro 51º estado dos EUA, seguido pela anexação da Groenlândia e, posteriormente, da Venezuela. Fontes presentes relataram que Trump ressaltou a viabilidade política para concluir esse processo ao longo dos próximos três anos.
Contexto político e repercussões internacionais
Nos últimos meses, a administração americana intensificou medidas envolvendo os três territórios. Em relação à Venezuela, Washington declarou ter capturado o presidente Nicolás Maduro e instalado um governo interino, além de assumir o controle das receitas do petróleo local, apontando o uso dos recursos para custear serviços básicos no país.
A Groenlândia, que possui autonomia sob a soberania da Dinamarca, tem sido foco de atenção estratégica dos EUA devido à sua localização no Ártico. Trump tem argumentado que a ilha estaria sujeita à influência crescente de China e Rússia, gerando atritos diplomáticos com membros da Otan, como Dinamarca e Estados Unidos.
Quanto ao Canadá, o governo canadense rejeitou qualquer possibilidade de anexação, e as declarações de Trump motivaram discussões acaloradas sobre a defesa da soberania nacional. O primeiro-ministro Mark Carney, eleito em campanha voltada à preservação territorial, reforçou o compromisso de manter as fronteiras do país intactas.

Imagem: Ap
Para ilustrar suas intenções, o presidente publicou imagens geradas por inteligência artificial mostrando mapas das Américas com o Canadá, a Groenlândia e a Venezuela incorporados aos Estados Unidos. As montagens intensificaram a tensão diplomática e levantaram dúvidas sobre o impacto dessas falas nas relações internacionais.
O tema segue em evidência na agenda política global, enquanto governos de diferentes países monitoram as consequências dessas propostas informais.
Com informações de Tnh1

