O próximo sábado, dia 07 de março, traz risco de tempestades intensas em diversas regiões do Brasil em decorrência da formação de um ciclone extratropical. O fenômeno poderá gerar rajadas de vento próximas a 100 km/h e precipitação de granizo, popularmente chamada de “pedras caindo do céu”. O alerta engloba principalmente o estado do Rio Grande do Sul, mas também abrange outras áreas do Sul do país.
O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu aviso classificando o risco como potencialmente perigoso para municípios do Nordeste Rio-grandense. De acordo com o órgão, há probabilidade de chuvas fortes, alagamentos pontuais, queda de árvores e danos à rede elétrica, embora a condição geral seja avaliada como moderada a severa em pontos específicos.
Regiões em alerta e previsão de precipitação
As cidades serranas de Caxias do Sul, Vacaria, São Marcos, Farroupilha, Nova Prata e São Francisco de Paula constam na listagem de localidades sob atenção especial. A previsão do INMET indica que os volumes de chuva podem alcançar até 50 milímetros em um único dia, acompanhados de ventos fortes e episódios isolados de granizo.
Mesmo com o potencial destrutivo do sistema, especialistas projetam que o acumulado de chuva em março deverá ficar abaixo da média histórica no Sul do Brasil. Por outro lado, as regiões Nordeste, Centro-Oeste e parte do Norte poderão registrar precipitações acima do normal, com alguns estados atingindo mais de 100 milímetros em curto intervalo.
Orientações à população
Em razão da instabilidade, as autoridades recomendam que moradores evitem permanecer em áreas abertas durante as tempestades e não se protejam embaixo de árvores. Estruturas frágeis devem receber reforços preventivos. Em situação de emergência, a Defesa Civil deve ser acionada pelo telefone 199, enquanto o Corpo de Bombeiros atende pelo número 193. Qualquer interrupção ou problema no fornecimento de energia elétrica deve ser comunicado às concessionárias locais.
Imagem: Epa
A expectativa é de que o ciclone perca força após o fim de semana, mas as mudanças climáticas rápidas são comuns nesta época do ano. Por isso, a população deve manter-se informada por meio dos avisos oficiais emitidos pelos órgãos competentes, revisitando boletins meteorológicos e canais de comunicação locais.
Com informações de Tnh1