A partir de segunda-feira, 2 de fevereiro, o novo salário mínimo, que agora é de R$ 1.621, começa a ser depositado na conta dos trabalhadores. Essa atualização reflete o reajuste oficial para o ano de 2026 e pode ter um impacto significativo no orçamento de milhões de brasileiros que dependem dessa renda mensal.
Esse novo valor representa um acréscimo de 6,79% em relação ao salário anterior, ou seja, um aumento de R$ 103 mensais. O reajuste foi anunciado pelo Governo Federal e já se aplica aos pagamentos referentes ao mês de janeiro, que começaram a ser feitos no início de fevereiro.
Além de beneficiar os trabalhadores com carteira assinada, a atualização também alcança aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que recebem exatamente um salário mínimo. Esses beneficiários começaram a receber o novo valor em seus depósitos a partir do último dia 26 de janeiro, seguindo o calendário oficial divulgado pelo governo.
Os pagamentos dos aposentados e pensionistas ocorrerão até sexta-feira, 6 de fevereiro, com datas variando conforme o número final do cartão de benefício. Isso implica que as pessoas com finais diferentes receberão em dias distintos durante a semana.
O novo piso salarial para 2026 foi definido com os seguintes valores: mensalmente, R$ 1.621; diariamente, R$ 54,04; e por hora trabalhada, R$ 7,37. Esses valores não apenas são aplicáveis aos salários dos trabalhadores, mas também servem como base para uma variedade de benefícios e contribuições que utilizam o salário mínimo como referência.

A definição do salário mínimo é baseada em dois fatores principais: a variação da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e o crescimento econômico registrado nos anos anteriores. A soma da inflação acumulada e do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) são consideradas para determinar o percentual final do reajuste, respeitando limites estabelecidos pela legislação fiscal.
Com informações de Blog.bizu

