A partir de 2026, os brasileiros poderão contar com a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), um documento que promete simplificar o acesso a serviços públicos e eliminar a preocupação com múltiplos números de identificação. Com esta nova identidade, será possível acessar informações de forma digital e segura, evitando a perda de documentos físicos e a espera por dados em serviços essenciais. Desde 2022, a implementação da CIN já vinha sendo discutida, e uma das principais inovações é a unificação do número de identificação. O Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) se tornará o único número de registro, eliminando as antigas duplicidades e prevenindo fraudes. Com essa mudança, não haverá mais numerações distintas para cada estado, o que simplificará o processo de identificação em todo o Brasil. Outra inovação significativa é a disponibilização do documento em formato físico e digital, além da inclusão de recursos como QR Code para verificação da autenticidade e o código MRZ, que é utilizado em passaportes. Esses elementos têm como objetivo aumentar a segurança do documento e facilitar o acesso aos serviços de órgãos públicos, instituições financeiras e unidades de saúde. A primeira via da CIN será gratuita, assegurando que todos os cidadãos possam obter seu novo documento sem custos. Apesar de o Registro Geral (RG) antigo ainda ser válido até 2032, é aconselhável que aqueles que precisam realizar novos cadastros ou solicitar benefícios sociais atualizem seus documentos para evitar contratempos. Para emitir a nova CIN em 2026, os interessados devem seguir um passo a passo. Primeiramente, é necessário agendar um atendimento no órgão responsável pela emissão em seu estado, que pode ser feito através do site ou aplicativo Gov.br. Em seguida, no dia marcado, o cidadão deve comparecer à unidade com os documentos exigidos, onde serão coletadas digitais e uma foto oficial. Após receber a versão física ou o protocolo do novo documento, é possível ativar a versão digital pelo app Gov.br. Os documentos exigidos para a emissão incluem uma certidão de nascimento ou casamento, CPF regularizado, comprovante de residência atualizado e, opcionalmente, dados adicionais como tipo sanguíneo e número do NIS. A validade da nova identidade varia conforme a idade do portador: cinco anos para crianças de 0 a 12 anos, dez anos para jovens e adultos de 12 a 60 anos e indeterminada para pessoas com mais de 60 anos. É importante atualizar o documento antes do vencimento para evitar problemas no acesso a serviços ou durante viagens. Por fim, mesmo que o RG antigo ainda seja aceito até 2032, sua exigência está aumentando para novos cadastros e para acesso a benefícios sociais. Assim, atualizar a identidade é fundamental para evitar recusas em cadastros online e garantir que os dados estejam sempre atualizados.
Com informações de Pensarcursos


